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Pt - Ads - Sem 4 - Atividade Individual

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Pt - Ads - Sem 4 - Atividade Individual

Mensagem por williancorreia em Sex 7 Jun 2013 - 2:38

INTRUDUÇÃO

Este trabalho tem o objetivo de apresentar todos os conceitos apresentados pelo portfólio individual interdisciplinar no módulo IV.
Este trabalho irá apresentar alguns conceitos como o de Diagramas de UML, informando algumas de suas vantagens, irá apresentar também alguns conceitos de ética, redes de computadores, mapeamento objeto relacional (ORM) e por ultimo abordaremos o assunte de sistemas operacionais.

OBJETIVO

Trabalhar o conteúdo do eixo temático, incentivar a interatividade e a regionalidade e auxiliar na aplicação dos conceitos estudados, bem como:
• A importância da UML na implementação do sistema;
• A necessidade da implantação na empresa sobre a ética e responsabilidade social;
• A importância do conhecimento sobre as principais ferramentas de ORM e sua aplicação.

DESENVOLVIMENTO

- UML:
Conforme estudamos, não é quantidade de Diagramas de UML criada num projeto que vão determinar a qualidade no processo e no produto, mas a eficiência no uso deles, ou seja, se eu criar um diagrama de caso de uso é necessário que haja atualização ao serem implementadas novas funcionalidades no projeto.

- Vantagens Diagrama de estado:
São usados para modelar o comportamento dinâmico de um sistema. Mostram o ciclo de vida de um objeto em níveis de detalhe arbitrariamente simples ou complexos [Larman, 2000]. Visualizam a sequência de estados que um objeto ou uma interação percorre durante sua vida em resposta a estímulos recebidos, junto com suas próprias ações e respostas.
O comportamento interno das classes, ou seja, permitem a especificação da sua dinâmica.
Correspondem a uma especificação de como as classes devem ser implementadas.
Constrói-se um diagrama descrevendo o comportamento de cada classe (geralmente para o sistema todo, ou seja para todos os casos de uso).
Os estados são identificados através dos valores dos atributos.
Cláusulas de envio, comunicação entre objetos.
Sincronização e concorrência
Diferentes níveis de abstração
Tolerância a falhas de BD

- Diagrama de implantação:

Diagrama de Implantação é usado para mostrar a organização do hardware e a ligação do software aos dispositivos físicos. Este diagrama denota vários dispositivos de hardware e interfaces físicas determinadas por seus estereótipos, como processador, impressora, memória, disco; suficientes para que o engenheiro de software especifique a plataforma em que o sistema é executado.
O diagrama de implantação modela a visão estática da implantação de um sistema entre seus nós físicos e seus relacionamentos e para especificar seus detalhes referente a construção.

- Identificando o ambiente:

1. O desenvolvimento do sistema é para qual plataforma?
Windows 7 Professional e Ultimate.
2. Qual a linguagem de programação será utilizada?
C#.
3. Qual sistema de banco de dados será utilizado?
SqlServer.
4. Em qual empresa o sistema será hospedado. E qual tecnologia?
Microsoft. Cloud Computing.
5. Quantos computadores a empresa tem a disposição?
10.
6. Qual a configuração mínima?
Processador: Dual-Core T4400 2.2GHz
Memória física: 2GB
HD: 320GB
Placa de rede Wireless

7. A empresa possui acesso à internet. Qual tipo?
Sim, xDSL.


- ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL:

ÉTICA
O termo ética deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade, ou pelo menos deveriam nortear. A ética serve para que haja um equilíbrio e bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado. Neste sentido, a ética, embora não possa ser confundida com as leis, está relacionada com uma sensação de justiça, um direito da maioria sobre a minoria.
A ética da empresa Locadora de Livros:
• Ser transparente;
• Oferecer produtos transparentes;
• Obedecer às regras e normas da empresa;
• Os funcionários devem estar sempre qualificados;
• Comprometimento com a empresa, clientes e fornecedores.
RESPONSABILIDADE SOCIAL
A empresa através de projetos de Responsabilidade Social proporcionam oportunidades para a redução dos problemas sociais existentes.

ASSISTENCIALISMO
União para ajudar o próximo, com todo carinho e disposição. Assim, com este pensamento, iniciamos as campanhas assistenciais em nossa empresa. Todos os anos os colaboradores realizam as campanhas: Agasalho, Dia das Crianças e a Campanha de Natal. Estas campanhas, já são marcas do calendário da empresa.
A entrega das doações são momentos memoráveis, onde muitos colaboradores transformam-se em palhaços, bonecos, mágicos, bailarinos, Papai e Mamãe Noel.

ENSINO PROFISSIONALIZANTE
Ensino Profissionalizante não formal voltado para adolescentes, com o objetivo do preparo dos mesmos para o mercado de trabalho. O objetivo deste projeto foi possibilitar conhecimentos voltados para a educação profissional aos adolescentes com idade entre 14 e 18 anos, preparando-os para o ingresso no mercado de trabalho. Foram ministrados, os seguintes cursos de informática: Windows, Word, Excel e Digitação.

EDUCAÇÃO PROFISSIONALIZANTE
Todos os anos a empresa juntamente com a ajuda de seus colaboradores, realiza Cursos de Educação Profissionalizante, constando os seguintes módulos: Recrutamento e Seleção, Marketing, Vendas e Tele-Vendas, Atendimento ao Cliente, Análise e Aprovação de Crédito, Cobrança, Dicas de Português e Dicas para falar em público.

RESPONSABILIDADE AMBIENTAL
Visando a conscientização e mobilização dos adolescentes para a conservação do meio ambiente.


- REDES DE COMPUTADORES – LIVROS DIGITAIS:

1. Comunicação de Dados e Redes de Computadores – 3ª edição
Autor: Behrouz A. Forouzan
Edição: 3 Publicação:
ISBN: 8536306149 Acabamento: Brochura
Editora: Bookman Páginas: 840

2. Comunicação de Dados – Vol 22
Autor: Juergen Rochol
Edição: 1 Publicação: 2011
ISBN: 9788540700376 Acabamento: Brochura
Editora: Bookman Páginas: 396



3. Comunicação de Dados e Teleprocessamento
Autor: Luis Antônio Alves de Oliveira
Editora: Atlas 1986 Páginas: 156

4. Comunicação de Dados Empresarias e Redes
Autor: Fitzgerald, Jerry
Autor: Dennis, Alan
Edição: 7ª Publicação: 2005
ISBN: 8521614306 Acabamento: Brochura
Editora: LTC Páginas: 388

5. Comunicação de Dados
Autor: Biondi, Rogerio
Autor: Espinosa, Ivan
Edição: 1ª Publicação: 1996
ISBN: 8585840285 Acabamento: Brochura
Editora: Brasport Páginas: 312

6. Comunicação de Dados e Teleprocessamento
Autor: Oliveira, Luiz Antônio Alves de
Edição: 3ª Publicação: 1993
ISBN: 8522405093 Acabamento: Brochura
Editora: Atlas Páginas: 168

- O CONCEITO ORM:

Ele propõe a transformação de classes e objetos em tabelas e tuplas de maneira invisível, fácil e reutilizável ao programador. Ao invés do programador ter que criar todas as instruções SQL para as operações no banco de dados, ele pode utilizar um framework capaz de fazer essas operações sem sair do paradigma de orientação a objetos, de maneira transparente. Assim, todo aquele trabalho árduo de codificação e testes se resume a algumas configurações e um mínimo de código, sem manter um contato direto com o banco de dados.

Até então o ORM era só um conceito para qualquer linguagem orientada a objetos e para que esse conceito saísse do papel, em 2006 a Sun lançou a JSR 220 especificando os Enterprise JavaBeans (EJB) 3.0. Juntamente com o EJB 3.0, a Java Persistence API 1.0 foi disponibilizada ao público desenvolvedor. Mais posteriormente, em 2009, a JSR 317 foi divulgada, dessa vez contendo apenas a especificação JPA 2.0. Em suma, essa API apresenta anotações e interfaces, para que os frameworks que forem desenvolvidos sigam um padrão de funcionamento. A JPA não possui grande quantidade de código. De fato ela não faz o papel de um framework ORM. Ela apenas dita como eles deverão funcionar na plataforma Java.



FERRAMENTAS UTILIZADAS:

HIBERNATE

O Hibernate faz o papel de um provedor de persistência. Um provedor de persistência geralmente é um framework ORM que implementa as especificações JPA e disponibiliza toda a programação necessária para o efetivo Mapeamento Objeto-Relacional e a persistência de dados. Mesmo o Hibernate tendo um papel tão fundamental na persistência de dados e no Mapeamento Objeto-Relacional, todo o acesso às suas funcionalidades acontece de uma maneira quase que transparente, uma vez que o programador utiliza na maior parte do tempo apenas as anotações e interfaces disponibilizadas pela JPA.
O Hibernate surgiu antes da especificação JPA e foi ele quem motivou a criação dessa especificação. Quando o Hibernate ganhou popularidade, a Sun previu que muitos outros frameworks seriam desenvolvidos e se uma maneira padronizada de mapeamento objeto-relacional não fosse criada, os desenvolvedores desses outros frameworks sairiam prejudicados caso optassem por uma migração da ferramenta. Prejudicados pelo fato de não poderem reutilizar código para persistência, configurações e mapeamentos. É importante lembrar que existem outros provedores ORM e não apenas o Hibernate. Alguns exemplos são o EclipseLink, OJB, OpenJPA e DataNucleus. Desses exemplos, o mais notável é o EclipseLink. Ele foi o RI (Reference Implementation) do JPA 2 e hoje é um dos mais utilizados.
Muitas corporações mundiais já adotaram o Hibernate como sua ferramenta de desenvolvimento. Alguns exemplos são: Sony, AT&T, PwC e Cisco. Para mais informações sobre ORM e Hibernate.

NoSQL

Os bancos de dados NoSQL (Not only SQL) é muito mais do que apenas um tipo de banco de dados. Esse termo é bem abrangente, envolvendo vários conceitos, tecnologias e estruturas. Ele foi criado em 1998 por Carlo Strozzi e teve como objetivo substituir bancos de dados relacionais, a fim de prover uma maneira mais leve e dinâmica de armazenamento de dados sem expor a utilização da linguagem SQL.
Outro aspecto importante no qual os bancos de dados NoSQL se diferenciam, é a maneira como operam. Enquanto os bancos de dados relacionais se baseiam no conceito ACID (Atomicidade, Consistência, Isolamento e Durabilidade), bancos de dados NoSQL utilizam o conceito BASE (Basically Available, Soft state, Eventually consistent).


ECLIPSELINK

O diferencial do projeto EclipseLink é permitir uma abstração da persistência de dados, permitindo persistir em banco de dados, arquivos XML, sistemas legados, tudo isso com uma única API.
OJB
É uma ferramenta para mapeamento objeto relacional que realiza a persistência transparente de objetos Java em banco de dados relacionais. É open-source, leve e fácil de usar, fácil de integrar numa aplicação já existente.
Permite a utilização de vários padrões de persistência: proprietário (PersistenceBroker API), JDO e Object Data Management Group (ODMG) 3.0.

DATANUCLEUS

O DataNucleus é um framework de persistência objeto-relacional que anteriormente era conhecido como JPOX, é desenvolvido pela comunidade de software livre e disponibilizado sem custos para ser utilizado no desenvolvimento de aplicações. É um dos frameworks ORM mais flexíveis dentre os disponíveis no mercado devido ao suporte às especificações de persistência JDO e JPA, bancos de dados e linguagens de consulta diferentes.


VANTAGENS:

A grande sacada da utilização dessa abordagem é o nível de abstração das operações com os dados, pois dependendo da estratégia utilizada, temos a nítida sensação de que estamos trabalhando com os dados sempre em memória, devido as chamadas a base estarem totalmente isoladas e “automáticas” do ponto de vista da camada de domínio da aplicação. Em Java, temos o JPA (Java Persistence API), que descreve uma especificação dizendo como os fabricantes devem desenvolver seus frameworks, algo que é muito interessante, pois isso possibilita a troca de uma implementação por outra quase sem alterações (a menos que esteja usando algum recurso fora da especificação). Se mudarmos nossa base Oracle, podemos trocar nosso ORM de Hibernate para TopLink, por exemplo, em troca de um possível ganho de performance. Em outras linguagens temos o ADO.NET para .NET,ActiveRecord para Ruby, no próprio Java temos IBates, etc.
ORMs são ferramentas poderosas, mas por utilizarem o conceito de mapeamento.

DESVANTAGENS:

• Abstração inadequada. Documentação de grande parte das bibliotecas de ORM cita conceitos de SQL. Mas uma abstração que exige o aprendizado de SQL e de conceitos de bancos relacionais, além de uma nova API, não estaria atingindo o seu principal objetivo: simplificar e esconder do desenvolvedor os detalhes de implementação.

• Abstração incorreta. Uso do tipo errado de datastore. A carga adicional de recursos para usar um banco de dados relacional geralmente é grande e este é o motivo, pelo qual a tecnologia NoSQL possui desempenho superior.
• Excesso de consultas. É a ineficiência. Na consulta de um objeto, o ORM não "sabe" quais propriedades (ou colunas de uma tabela) são necessárias e por isso traz todas elas. Citamos que vários mecanismos de ORM têm problemas graves no gerenciamento de joins e gerando um número imenso de consultas desnecessárias. Embora sejam problemas conhecido e já se tenha tentando resolvê-los através de várias técnicas como caching e lazy-loading.

- Sistema Operacional:

O sistema operacional que será usado será Windows, sabendo que o preço varia de acordo com a versão, ou seja, para cada versão há um preço específico, e ainda de acordo com o número de licença. Exemplo se for adquirido o Windows e solicitar cinco licenças, sendo que neste poderá ser instalado o sistema operacional em cinco estações legalmente



CONCLUSÃO

Esse trabalho foi uma revisão por temas específicos apresentadas pelas disciplinas do 4º semestre do curso de ADS.
O conteúdo acima teve como objetivo abordar os procedimentos necessários para desenvolvimento de um banco de dados com stored procedure através do SQL Server 2008 R2.
Entendemos que mais importante do que todos os procedimentos a serem realizados, é a forma que eles foram realizados, ou seja, todos os processos do trabalho foi devidamente planejado em cima de pesquisas e estudos realizados nas disciplinas..

REFERENCIA


NISHITANI, Paulo Kiyoshi. Comunicação de dados e teleprocessamento: sistemas / Paulo Kiyoshi Nishitani. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.

OBJECTRELATIONALBRIDGE, Apache OJB - [Somente administradores podem ver este link]

PLATFORM, Access Datanucleus - [Somente administradores podem ver este link]

SILVA, Flávio de Almeida. Desenvolvimento orientado a objetos II: sistemas / Flávio de Almeida e Silva. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.

TANAKA, Simone Sawasaki. Análise e Desenvolvimento de Sistemas III: sistemas / Simone Sawasaki Tanaka. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.


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Re: Pt - Ads - Sem 4 - Atividade Individual

Mensagem por Menezes em Qua 18 Set 2013 - 17:41

Boa base para PFI!

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Re: Pt - Ads - Sem 4 - Atividade Individual

Mensagem por Taiane da Silva Barbosa em Qui 26 Set 2013 - 17:03

Boa tarde!
Estou olhando esse post e tive uma dúvida o item onde você fala sobre as ferramentas por acaso seriam as do ORM... que estão disponíveis hoje no mercado? E quanto as vantagens e desvantagens também seria sobre ORM?
Porque se for em qual dessas referências que vc postou seria com relação a esses dois itens, no meu trabalho pede a respeito disso e gostaria de confirmar se é a mesma coisa e o site certo ou o livro que vc achou pra mim usar como fonte se não vai dar B.O. pra mim depois.
Desde já obrigada Wink 

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Re: Pt - Ads - Sem 4 - Atividade Individual

Mensagem por marceloudes1 em Sab 28 Set 2013 - 9:48

valeu..

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Re: Pt - Ads - Sem 4 - Atividade Individual

Mensagem por milkdf em Seg 30 Set 2013 - 17:33

Amigos, boa tarde!

Li o trabalho e descordo de Nosql ser uma ferramenta para ORM. Nosql são tipos de bancos ex.: MongoDB, CouchDB. Que são baseados em documentos JSON.

Fora isso o trabalho está show!

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