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Material extraído das video aulas 1 e 2 de Redes

Mensagem por barony em Dom 4 Maio 2014 - 5:53

[justify][justify]1. Teleprocessamento: Surgiu em função da necessidade de se usar recursos e capacidades de um computador em diferentes pontos distantes do mesmo.

2. Tempo de resposta: É o intervalo de tempo entre o último caractere digitado pelo usuário do sistema e o primeiro caractere de resposta enviado pelo computado e visto pelo usuário.

3. Processamento Batch: As transações não são processadas imediatamente, mas guardadas por um determinado tempo, até o agrupamento total e, então, processadas num único lote.

4. Processamento Online: Sistema onde os dados coletados na estação terminal remota são encaminhados diretamente para o computador central ou, ainda, quando o fluxo de dados ocorre no sentido inverso (do computador central para a estação remota).

5. Processamento Real-Time: As respostas às entradas são suficientemente rápidas para controla o processo e ou influir na ação subsequente.

6. Diferença entre Online e Real-Time: Uma aplicação em tempo real é sempre online mas o inverso nem sempre é verdadeiro.

7. Vantagens da TX Digital:

• O sinal é exato;
• Os sinais podem ser verificados para localização de erros;
• Ruído/interferência são filtrados facilmente;
• Uma variedade de serviços pode ser oferecida através de uma única linha;
• Aumento de largura de banda é conseguido usando compressão de dados;

8. Códigos: Nos computador e terminais, os códigos são utilizados para especificar os caracteres usando os bits.
Os códigos mais conhecidos são ASCII(7 bits) e EBCIDIC (8 bits).

9. Código ASCII: American Standard Code for Information Interchange (Código Padrão Americano para Intercâmbio de Informação). Muito utilizado nos microcomputadores. Desenvolvido em 1963 – ASCII63 e em 1968 – ASCII (7 bits)

Tabela : A-O (41-4f) P-Z (50-5A)
0-9(30-39) a-o(61-6F) p-z(70-7A)

10. Código EBCDIC: Extended Binar Coded Decimal Interchange Code (Còdigo BCD ampliado para intercâmbio IMB);
Código de 8 bits;
Tabela: A-I (C1-C9) J-R(D1-D9) S-Z(E2-E9)
a-i (82-89) j-r(92-99) s-z(A2-A9)
11. Modos de Operação Simplex: Comunicação possível em uma única direção.

12. Modos de Operação Half-Duplex: Comunicação possível em ambas às direções, porém não simultaneamente.

13. Modos de Operação Full-Duplex: Comunicação possível em ambas as direções simultaneamente.

14. Unidades de Medida:

• Mono bit: transferência de um bit;
• Dibit: : transferência de dois bits;
• Tribit: transferência de três bits;
• Quadribit: transferência de quatro bits;

15. Transmissão Serial: Transferência de um bit por vez através de uma única linha de dados. Cada bit de um byte é transmitido em sequencia, um após o outro.
Além da economia da interconexão, os dados mesmo transmitidos sequencialmente, desloca-se com velocidade muito maior que a de leitura e digitação.

16. Transmissão Paralela: Transferência simultânea de todos os bits que compõe o byte. Método utilizado nas ligações internas dos computadores, ligações entre computador e periféricos bastante próximos.
No caso de transmissões que envolvem maiores distâncias, a transmissão paralela mostra-se inadequada.
17. Paridade Combinada par (ASCII): Acrescentar na cauda da mensagem um caractere de verificação de erro.
BCC (Block Check Character)
Pode ser usada isolada ou combinada com paridade vertical.

18. CRC – Cyclic Redundancy Cheking
• Detecção de erros em rajadas, erros simples;
• Baseia-se em tratar os bits de uma mensagem como coeficientes binários de um polinômio variável X qualquer.

19. O Que é Modulação: É um processo pelo qual são modificadas uma ou mais características de uma onda denominada portadora (onda padrão).

Embora sejam possíveis 2 técnicas para transmissão de dados, digital e analógica, somente a analógica realiza modulação, uma vez que a técnica digital usa o recurso de codificação de pulsos.

20. Técnica Monobit: Para cada bit 0 ou 1 que desejamos transmitir a portadora sofre uma mudança em uma de suas características, ou seja, um bit (0 ou 1) provoca um estado na portadora.

21. Técnica Dibit: Consiste em imprimir à onda portadora a informação de 2 bits ao mesmo tempo. Desta forma, para cada variação da portadora transmitem-se 2 bits.

22. Tecnica Tribit: Consiste em imprimir à onda portadora a informação de 3 bits ao mesmo tempo. Desta forma, para cada variação da portadora transmitem-se 3 bits.

23. Tecnica Quadribit ou Tetrabit: Utilizada na técnica QAM, onde se combina amplitude e fase.

24. MODEMS: Equipamento responsável pela transmissão de dados, utilizando facilidades das telecomunicações – Modulador Demodulador.

25. Loops:

• LAL – Loop Analógico Local;
• LDL – Loop Digital Local;
• LAR – Loop Analógico Remoto;
• LDR – Loop Digital Remoto.

26. Fibra Ótica: A Fibra Ótica foi inventada pelo físico Indiano Narinder Singh Kapany.

27. Definição de Redes de Computadores:

• Sistema computadorizado eu usa equipamentos de comunicação para conectar dois ou mais computadores e seus recursos. Os sistemas de processamento distribuídos de dados são rede.
• Conjunto de equipamentos interligados de maneira a trocarem informações e compartilham recursos como arquivos de dados gravados, impressoras, modems, softwares e outros equipamentos.

28. Rede ponto a ponto características:
• Usada em redes pequenas (normalmente com até 10 micro);
• Baixo custo;
• Fácil implantação;
• Baixa segurança;
• Sistema simples de cabeamento;
• Todos os micros precisam, necessariamente, ser completos, isto é, funcionarem normalmente sem estarem conectados à rede.

29. Redes Cliente/Servidor:
• Desempenho maior em comparação ao ponto a ponto;
• Maior segurança;
• Necessidade de especialista para implantação e manutenção;
• Mais utilizada em grandes redes.

30. Redes Locais: Segundo Tanenbaum as LANs (Local Area Network) tem três características que as distinguem de outros tipos de redes, o tamanho, a tecnologia da transmissão e a topologia.

31. Redes Metropolitanas: Quando a rede abrange uma cidade chamamos de MAN (Metropolitan Area Network) ou rede metropolitana. Um exemplo comum de uma MAN é a rede de televisão a cabo disponível em muitas cidades, padronizada como IEEE 802.16..

32. Redes Geograficamente Distribuidas:

• Uma WAN (Wide Area Network), ou rede geograficamente e é composta de dois componentes distintos: linhas de transmissão e elementos de comutação;
• As linhas de transmissão podem ser formadas por fios de cobre, fibra óptica ou até mesmo por enlaces de rádio, e os elementos de comutação são computadores especializados que conectam três ou mais linhas de transmissão.
• As WANs são redes que podem conter várias linhas de transmissão, todas conectadas a u par de roteadores e podem ser comutadas por pacotes ou ainda por um sistema de satélite.

33. Redes sem fio: Em 1901, o físico italiano Marconi já havia demonstrado como funcionava uma transmissão de telégrafo sem fio, de um navio para o litoral, utilizando o Código Morse. A tecnologia sem fio empregada hoje não é diferente. As redes sem fio podem ser divididas em três categorias:

• Interconexão de sistemas;
• LANs sem fio;
• WANs sem fio.

34. Redes Sem Fio Interconexão: Na interconexão de sistemas, os componentes de um computador utilizam o rádio de alcance limitado. Todo computador tem um monitor, teclado, mouse, impressora conectados por cabos à unidade principal, podendo ainda ser de tal forma que não utilize cabos, ou seja, Bluetooth.

35. Topologia de redes:

• A topologia física de uma rede local compreende os enlaces físicos de ligação dos elementos computacionais da rede;
• A topologia lógica da rede se refere à forma através da qual o sinal é efetivamente transmitido entre um computador e outro, ou seja, define as regras para a transmissão dos dados em uma rede de computadores. As mais importantes são o Ethenet, o Token-ring. Por exemplo, podemos ter uma rede com topologia física estrela utilizando a topologia lógica em barra.

36. Topologia em Estrela: Todos os computadores da rede são ligados a uma equipamento central, numa forma de ligação dupla ponto a ponto. O equipamento central concentrador (hub) pode ser ativo ou passivo. O concentrador regenera o sinal recebido para depois retransmiti-lo, enquanto o concentrador passivo somente faz a conexão (patch-panel).

37. Topologia em Barra: A natureza desta topologia é passiva e repetidores de sinal são usados ara a extensão da rede quando a topologia física é uma barra.

38. Topologia em Anel: Nesta toologia, os nós são conectados e se comunicam num circulo. É a topologia característica da IBM(token-ring), com a tecnologia empregada por tokens que se preocupam em disponibilizar a transmissão ao equipamento que tem posse do teken.

39. Topologia em Grafo: A ultima palavra em desing de rede tolerante à falha é a topologia em grafo, cujo o único ponto falho é um desastre natural. Todos os clientes estão ligados uns aos outros. Geralmente, esta topologia é uma rede muito pequena por causa dos requisitos de hardware. Depois da instalação, o overhead para vários componentes falhos nesta topologia por causa da redundância em cada cliente.

40. Roteadores: Roteadores são equipamentos eu não analisam os quadros físicos que estão sendo transmitidos em sim os datagramas produzidos pelo protocolo de alto nível. No caso do TCP/IP, os roteadores leem e analisam os datagramas IP contidos nos quadros transmitidos pela rede. O papel fundamental do roteador é escolher um caminho a percorrer entre as redes, com critérios que podem ser o caminho mais curto, o caminho menos congestionado ou outros critérios.

41. Roteamento Rip-Hop: O algoritmo para a elaboração da tabela é simples, basta responder a seguinte pergunta: Um pacote de dados sai de um roteador R para chegar à rede. Qual porta devo utilizar? Aqui existem duas respostas possíveis:

• Resposta 1 : Se a rede for adjacente ao roteador, será a própria porta.
• Resposta 2: Se a rede for distante ao roteador, será a porta do próximo roteador.
42. Placa de Rede: As placas de rede Ethernet que você irá adquirir deve ser adequada ao tipo de rede escolhida (10Mbps ou 100Mbps). Normalmente as placas vem com capacidade de conexão para todos os tipos de cabos (RJ45, BNC etc.), porém devemos saber qual tipo de barramento (PCI, ISA) disponível do equipamento a ser instalado a placa, sendo que, sempre que possível seria melhor o desempenho com a utilização de placas PCI.
43. Funções da Placa de Rede:
• Preparação dos dados: Para que possam ser enviados pelos cabos. A placa de rede converte os bits de dados em um sentido e no outro quando estes passam do computador para o cabo;
• Endereçam os Dados: Cada placa de rede tem seu próprio e único endereço, que ela fornece a corrente de dados. A placa coloca um identificador nos dados quando estes são postos na rede.

44. Cabos: Os cabos talvez tenham 50% do fracasso do sucesso da instalação de uma rede. Muitos dos problemas encontrados nas redes são identificados como causados pela má instalação ou montagem dos cabos. Um cabo bem feito contará pontos a seu favor no restante da rede, em caso de dúvidas com algum cabo, o melhor é não utiliza-lo.

45. As pontes são repetidores inteligentes poia têm a capacidade de ler e analisar os quadros de dados, disponibilizando os dados apenas no mesmo segmento de rede. As bridges ou pontes são utilizadas para conectar duas LANs de modo que se torne uma rede única para o usuário.

46. Hub: São dispositivos concentradores que centralizam a distribuição de quadros de dados nas redes fisicamente ligadas em estrela. Os hubs replicam em todas as suas portas as informações recebidas pelas máquinas da rede. Quando um micro A envia dados para o micro B, todas as demais máquinas ligadas a este hub também recebemos dados, num procedimento denominado broadcast.

47. Comutador: É semelhante a um hub pelo fato de também unir terminais em um ponto central. A operação de um comutador tem por base os endereços de MAC. Entretanto, um comutador utiliza uma tabela de endereços de MAC para ajudar a segmentar a rede. Os segmentos criados com um comutador são chamados de redes locais virtuais.

• Além de ser capaz de praticamente segmentar uma rede, um comutador distribui a largura de banda para cada porte.
• Os comutadores atuam na camada 2 (Enlace) do modelo OSI



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Re: Material extraído das video aulas 1 e 2 de Redes

Mensagem por BBG em Qui 8 Maio 2014 - 11:54

Barony, não sei como agradecer, vc é o cara..

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